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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

COMO ESCOLHER A CADEIRINHA DE BEBÊ

Não se esqueça que à medida que o seu bebê cresce o tamanho da cadeirinha para andar no carro também tem de ser alterada. Por isso antes de comprar uma cadeirinha de bebê há que avaliar vários aspectos, de forma a escolher a que melhor se adapte ao seu orçamento e às suas necessidades.
Além disso, é muito importante cumprir a lei de funcionamento das cadeirinhas para bebê.
Há vários tipos de cadeirinhas para automóvel:
Cadeirinhas de bebê para recém-nascido até 13 kg. O bebê fica voltado para trás. Têm o benefício de se usarem como ovo de transporte do bebê.
Cadeirinhas de bebê combinadas ou conversíveis. Inicialmente podem ser usadas como cadeirinha para o seu bebê ficar voltado para a frente, preso em 5 pontos. Assim que o seu bebê tiver o peso e a idade mínima pode converter a cadeirinha para um assento normal em que o seu bebê já tem altura suficiente para ficar preso pelo cinto do carro.
Assentos de bebê para automóvel. Estes são usados unicamente quando o seu filho tem a altura e peso adequados para ir sentado normalmente no banco traseiro, preso através do cinto de segurança do carro. Crianças com 45 quilogramas ou mais e altura inferior a 1.20 metros. Normalmente estes assentos são usados até as crianças terem 10/12 anos, em que têm mais de 1.20 metros de altura.

Cadeirinhas de bebê para recém-nascido até 13 kg

Cadeirinhas de bebê combinadas ou conversíveis.




Assentos de bebê para automóvel.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

CHEGOU (DE NOVO) NOVA HONDA BIZ C-100



Vista Traseira da Nova Honda Biz 100 - Diferencial de 'estética - apenas os piscas que são na cor laranja'

Vista lateral
Vista Frontal da Nova Honda Biz 100 - Diferencial de 'estética - apenas os piscas que são na cor laranja'
A HONDA C-100 BIZ 2013 retorna ao mercado brasileiro para atender ao público que ainda prefere o modelo de 100 cilindradas. É uma motocicleta que tem maior aceitação principalmente pelo público feminino desde o primeiro lançamento em 1998 pela praticidade na pilotagem e economia. 
 Para atender as novas normas do Promot (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Similares) a nova C-100 BIZ 2013 conta com um moderno catalisador. O motor OHC (Over Head Camshaft) alimentado por carburador, continua o mesmo de 97,1 cm³ que gera potência de 6,43 cv a 7.000 rpm. Recebeu nova carenagem que aparenta ser a mesma da BIZ 125, além de possuir as mesmas medidas de comprimento, largura e altura que respectivamente são de 1.891, 726 e 1.087 mm.
Estima-se que estará no mercado a partir de Julho, com preço público médio sugerido de R$ 4.710,00* para versão KS e R$ 5.290,00* para versão ES. A expectativa é de que a marca comercialize cerca de 40 mil unidades somente neste ano.


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

YAMAHA INOVA NA FAZER 250 BLUEFLEX

A Yamaha busca a constante inovação de seus produtos, e entra de vez na era flex para motocicletas. A Fazer 250 Blueflex alia todas as qualidades já consagradas do modelo com a tecnologia flex. Além do conhecido conforto do modelo, a segurança do freio à disco nas duas rodas e a boa dirigibilidade, agora, conta com sistema de injeção eletrônica e ainda possibilita escolher o combustível, etanol ou gasolina.





Curta também o comercial da Yamaha Fazer 250 Blueflex.


VENDE-SE UM FIAT 147...

                                                                                 (imagem meramente ilustrativa)


Certo dia, coloquei uma placa de "vende-se" no meu Fiat 147, pelo custo de R$ 2 mil. Passaram-se dois meses, e nada.

Então baixei o preço para R$ 1 mil. Mais dois meses, e nada.

Baixei para R$ 500. Depois de um mês sem ofertas, coloquei uma placa dizendo, "doa-se Fiat 147".

Na manhã seguinte, ao lado do meu Fiat, encontrava-se outro, idêntico, com a seguinte placa: "quem dá um, dá dois"...

FIZERAM HISTÓRIA! LANÇAMENTO 1982 CHEVROLET MONZA

Ai fica a nossa 'homenagem' da Equipe CARRO E MOTO MANIA a este grande carro do cenário nacional!


Comercial de lançamento Monza 1982

Monza Hatch 1982 (primeira geração)

Monza Sedan 1991 (segunda e ultima geração)
O Monza brasileiro, foi lançado como um sedan de luxo, já que a Ford tinha o Del Rey e a GM para esta categoria, tinha apenas o Opala, então precisava de um sedan médio de preço menor, para concorrer diretamente com o sedan da Ford. O Monza, inicialmente lançado como Hatch e alguns meses depois na versão Sedan, era campeão em aerodinâmica e tecnologia, coisa que na época, poucos carros ofereciam. O mais próximo deste, era o Passat.
O Monza não concorria de inicio apenas com o Del Rey, mas também passou a competir com o novo (na época) Gol, mesmo este sendo um carro popular, com o Passat, este mais próximo de um esportivo e dos próprios modelos da chevrolet Diplomata e Comodoro.
Em 1984, ganhou um novo concorrente, o Volkswagen Santana, na época, o único carro do mesmo padrão que oferecia a mesma tecnologia e poderia bater de frente com o modelo da marca americana. Mesmo assim, nunca conseguiu ser tão querido (exceto pelos frotistas), quanto o modelo da Chevrolet.
O Monza, era desejo de muitos, foi apelidado de “O queridinho da Classe Média”, já que era difícil adquirir um carro deste porte na década de 80 e este impressionava a todos, sendo eleito o carro daquela década.
Em Junho de 90, foi anunciado um novo Monza, mais arredondado, apelidado posteriormente pelos seus proprietários de tubarão. O modelo entrou de cabeça na década de 90. Tanto que foi exposto no salão do automóvel do Anhembi, em São Paulo.
Seu reinado durou até 1991, quando o presidente Fernando Collor de Mello, abriu as importações e o modelo começou a ficar obsoleto.



QUAL É A MELHOR GASOLINA PARA ABASTECER O MEU CARRO..A COMUM OU A ADITIVADA?



Você chega ao Posto de Combustível para abastecer o seu carro...surge a duvida:
Como responderei ao frentista..
Gasolina Comum ou Gasolina Aditivada?

Quando você olha a placa dos preços, aumenta ainda 'mais a duvida'...qual abastecer o meu carro?

Gasolina aditivada é, segundo a ANP,  a gasolina comum acrescentada de produto denominado aditivo para combustível automotivo, que apresenta uma característica detergente dispersante, cuja função é manter limpo todo o sistema de alimentação do combustível do veículo. Ou seja, as gasolinas comum e aditivada diferem apenas pela presença desse aditivo, que reduz a possibilidade de entupimentos do sistema de alimentação causados pela formação de uma goma, fruto de um processo natural de oxidação da gasolina. Para diferenciá-las as distribuidoras geralmente adicionam corante na gasolina aditivada.

A seleção da gasolina mais adequada para seu veículo deve ser feita segundo a orientação do fabricante, por meio de consulta ao manual do proprietário ou ao serviço de atendimento ao cliente, quando estas informações não estiverem claras. Se o veículo for importado, normalmente o valor de octanagem é informado e deve-se selecionar aquela gasolina cujo valor de octanagem mais se aproximar ao estipulado pelo fabricante. 

O dimensionamento da relação custo-benefício depende da forma de utilização do veículo: em situações típicas de "anda e pára" (grandes centros urbanos), a relação é muito favorável. Entretanto, as vantagens do uso da gasolina aditivada são reduzidas consideravelmente quando as velocidades médias são altas, como nas viagens em auto-estradas.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

NOVA FORD RANGER 2013






À primeira vista, a picape chama a atenção pelo visual imponente, com a ampla grade dianteira cromada, o para-choque robusto e a linha da cintura alta. A nova Ranger possui três opções de motor e três de transmissão, além de oferecer tração 4x2 ou 4x4, cabine simples e cabine dupla. Por dentro, o painel lembra o de um carro de passeio, os comandos são de fácil acesso e o isolamento acústico é bom. Pensando no conforto e comodidade dos passageiros, a picape tem bom espaço para cabeça, ombros e pernas, inclusive para os ocupantes do banco traseiro, e conta com 23 porta-objetos. O plástico domina o acabamento interno,  inclusive com algumas rebarbas. A visualização do quadro de instrumentos é boa.
A Ranger tem opção de motores a diesel e bicombustível. O novo motor 3.2 Diesel Duratorq tem cinco cilindros e turbo de geometria variável. Com 200 cv de potência e 47,9 kgfm de torque, entrega autonomia de 1.000 quilômetros, segundo a Ford, e está dentro do padrão Proconve L-6 (Euro 5). Ele emprega tecnologia de injeção a alta pressão e turbina de geometria variável. A outra opção de motor a diesel é o 2.2 Duratorq, versão exclusiva para frotistas.
Já o motor Flex 2.5 de 16 válvulas, da família Duratec, de quatro cilindros, foi desenvolvido exclusivamente para o Brasil e gera potência de 168 cv com gasolina (a 5.550 rpm) e 173 cv com etanol (a 5.500 rpm), e torque de 24,1 kgfm  com gasolina e 24,8 kgfm com etanol. O acesso ao reservatório de partida a frio fica em uma tampa embutida no aplique do para-lama dianteiro esquerdo, o que elimina a necessidade de abrir o capô para abastecer.